Configurando emuladores de várias resoluções para Android

Ter o emulador para cada resolução em mãos para testar é bom, mas não é 100% confiável, isso porque algumas diferenças de Layout podem aparecer quando testadas em aparelhos físicos. Mas se for testar funcionalidades é uma mão na roda.

Para começar a brincadeira vocês precisam saber onde o Android SDK foi instalado.  Normalmente ele fica na raiz, mas vocês podem ter mudando caminho na instalação. Vocês podem abrir o programa de aparelhos virtuais (virtual devices), tanto pelo Eclipse quanto pelo aplicativo.

Pelo Eclipse vocês irão no menu Windows -> Android SDK and AVD Manager. Irá abrir uma janela de auxilio (wizard)

Essa telinha é bem simples de entender.  Na coluna da esquerda estão as ferramentas do SDK, que são o controle dos emuladores, instalação de novos pacotes disponíveis e atualização dos pacotes já existentes.

Como esse post se foca nos devices, a coluna do meio são todos os emuladores que você já criou, que estará vazia no seu caso. Para criar um é muito fácil, clique no New… , abrirá uma nova janela na qual você configura seu novo device.

Para cada resolução crio um device diferente, utilizando os padrões do Android que você encontra no post sobre Multiples Devices .

 

Para criar a resolução menor de 240X320 as configurações são a seguinte:

Nome: Test_240X320_ldpi ( esse você pode colocar aquilo que lhe convier, eu porém matenho o padrão de dizer qual é a tamanho e a resolução)
Target: Qual a versão do Android seu device estará utilizando.
SD Card -> Size: 128 (novamente depende de você, mas eu costumo colocar o padrão dos telefones que é 128 MB)
Snapshot: Enabled = true (é interessante setar esse valor porque se você quiser tirar uma cópia da tela somente com esse valor habilitado você conseguirá)
Skin -> Built-in: QVGA (é a resolução e o tamanho da tela)

Pronto, você acabou de criar seu device. Para os outros eu diria que são os mesmo processos. Apenas para o Skin você precisará tomar mais cuidado, pois é ele que setará a resolução e o tamanho do seu aparelho, que no caso para um celular com tamanho 320X480 e resolução mdpi eu coloco o valor: HVGA. Para o tamanho 480X800 e resolução hdpi eu coloco o Default que é WVGA800.

Pronto emuladores configurados e prontos para o uso.

 

Instalando o Android SDK

Para os novos programadores que querem entrar no mundo móvel, eu diria que começar pelo Android é mais fácil se você já tem um prévio conhecimento de Java e XML. E para poder começar direito você precisa arrumar seu ambiente. Começamos pelo SDK (Standard Development Kit). Existem duas formas para isso, primeira é baixar e instalar o SDK pelo site de desenvolvimento do Android. Após o download e a instalação faça o update das informações.

Após instalar o SDK, instale o plugin para o Eclipse, isso se você for utilizar o IDE do Eclipse para o desenvolvimento de suas aplicações. Para isso basta ir no Eclipse -> Help ->Install New Software… , isso abrirá uma tela de auxilio (wizard), em seguida adicione o seguinte link:

Android – https://dl-ssl.google.com/android/eclipse/

onde o Android é o nome do link.

O programa automaticamente irá procurar pra você as instalações incluídas no link, e você irá escolher o que vai ser baixado. Nesse caso terá apenas uma opção, selecione-a e pronto. O Eclipse se encarrega de instalar tudo que é necessário e ao final da instalação será reinicializado já com as novas configurações.

Pronto você acabou de instalar o Android SDK e o plugin, agora precisa configurar os emuladores e cair de cara na programação para Android.

No próximo post vamos trabalhar com a configuração do emulador de várias resoluções.

Lenta volta

Bom pessoal, sou péssima pra manter uma regularidade…

 

vou montar um organograma e um horário pra manter os posts frequentes e com mais conteúdo.

Estou trabalhando em uns projetos pessoais interessantes, e muito deles remetem a tecnologia, portanto vou ver se consigo conciliá-los ao blog.

Pretendo que ao final dessa semana pelo menos um post já tenha sido publicado.

 

É isso. =)

Expressões Regulares!!! Hã??!?!

Olá galerinha,

bom como eu disse anteriormente, estava pensando em falar um pouco sobre expressões regulares.

Vamos começar direito né!?

O que são expressões regulares?

“Expressões Regulares (ER’s) são metacaracteres que casam com um padrão”

Hã? Você diria. Pois bem vou explicar cada parte da frase depois explico a frase inteira:

Os metacaracteres são caracteres que possuem funções especiais
Casar significa nesse contexto combinar, conferir.

Ou seja Expressões regulares não passam de um monte de caracteres estranhos juntos que tentam se combinar com um padrão específico
Entendeu?!

Para que usamos expressões regulares?

As expressões regulares nos facilitam na procura de dados, isto é, quando existe um texto muito grande mas você está procurando uma ocorrência específica no texto. Imagine o seguinte você está procurando por ocorrência de datas no meio de um texto gigantesco.
Alguns editores e processadores de texto já possuem em suas buscas a possibilidade de você utilizar as expressões regulares, isto é, você consegue utilizar os metacaracteres em sua busca. Assim todas as ocorrências de datas serão encontradas não importando o valor da data em si, mas sim sua estrutura.

Você pode utilizar as ER’s tanto em buscas quanto em validações. Verificar se o input dado pelo cliente é valido ou não para o processamento que deverá ser feito.

Quando começou essa idéia?

Em 1943, dois neurologistas escreveram sobre o funcionamento dos neurônios e um matemático descreveu modelos algébricos em cima desse estudo. Esses modelos descreviam grupos regulares (regular sets) que possuiam notações simbólicas.
Mas somente em 1968 que esse modelo se encontrou com o computador, num algoritmo de busca utilizado pelo editor do UNIX o “QED”. Esse QED virou Ed. E o Ed continha o comando g, que aceitava as ER’s, e o comando p, que imprimia o resultado de uma busca. Pronto assim surgiu o grep (Global Regular Expression Print), comando de busca ainda muito utilizado.

Em 1996, foi lançado um pacote em C que continha as regras para utilização de ER’s, ele foi chamado de “Regex”



Acho q é isso… qualquer dúvida e sugestão comenta aí =)

Hello world!

Bom como o título já fala… Olá mundo…

Esse blog existia no formato de outro servidor de blogs aos poucos estou migrando a ferramenta… acho que no wordpress vou ter mais funcionalidades e conseguir deixá-lo com a minha cara =)

qualquer dúvida ou comentários fiquem a vontade pra se expressar =)

Blogcídio

OI gente….

sorry por tanto tempo sem escrever…
aconteceu tanta coisa que acabei esquecendo que o blog existia. Mas agora estou cheia de idéias, graças a um fórum, OMG, onde ver as pessoas escrevendo me incentivou a voltar a escrever. Pretendo fazer umas mudanças na casa. Ou seja, cerveja, hehehehe, brincando, vou mudar o estilo do blog tanto em layout quanto em estrutura. Sei que tenho problemas com português, isso meus amigos nunca esconderam de mim, portanto essa é outra mudança que pretendo fazer, melhorar o modo de escrever hehehe. Mas pretendo continuar com o conteúdo que eu estava seguindo. Acho que o foco que estava dando pras coisas de computação podem ajudar muita gente, mesmo que seja bem básico.
Portanto aguardem mudanças e novos tópicos
pra dar um spoiler (provavelmente o próximo post será sobre expressões regulares)
acho que isso é tudo =)

Easy Mock – parte 2

Eu estava vagando pela net… e encontrei um site das revistas Java Magazine que tem um artigo interessante sobre o Easy Mock, uma das coisas interessantes dele é que ele é muito utilizado pelos processos ágeis de desenvolvimento como o XP (mais pra frente vou escrever um pouco sobre XP).
Como já falei um pouco de Easy Mock vou entrar um pouco mais a fundo….

As vezes a idéia é testar uma classe isoladamente, sem que outras classes interfiram no seu código, porém as classes não funcionam isoladas, e para aparar esse problema foram criados os mocks. Cada classe chamada pela nossa classe de teste terá um mock, esse mock conterá os métodos utilizados pela nossa classe.
Você testa isoladamente cada método da classe, criando vários métodos que testão todas as possibilidades possíveis de afetar seu método.
O mock seria uma implementação da interface que está sendo utilizada, é então criado um atributo estático que poderá ser utilizado por todos os testes.
Em cada um dos testes o mock é configurado para se comportar de uma determinada maneira, isto é feito através das cláusulas expect() do framework EasyMock. Para validar todas as chamadas do mock utiliza-se a cláusula verify().

Bom era isso q eu tinha pra falar de mocks.

http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=8949

SQL Injection


Bom essa é uma técnina bem interessante… porém muitas pessoas podem usar isso de maneira errada…. na verdade serve pros programadores ficarem mais atentos aos seus códigos e colocar barreiras de forma a evitar esse tipo de “ataque”.
A técnica constitui em colocar scripts sql em logins de páginas na Web, e ter acesso de administrador daquele site…. tem um tutorial bem legal disso nesse video do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=MJNJjh4jORY

Easy Mock

Quem utiliza o JUnit para testar o seu código, com certeza já ouviu falar de Easy Mock.
Easy Mock é uma biblioteca q possibilita criar objetos que sua classe chama, isto é, vc está testando apenas numa classe, porém essa classe depende de outra, a idéia é testar somente a sua classe e não a q ela chama, para tanto vc cria um Mock q mapeia a classe a ser chamada, entaum seu teste ao invéz de chamar a classe verdadeira chama um Mock.

Padrões de Projetos

Bom primeiramente eu queria me desculpar pela demora em postar… depois eu vou começar pelo menos tentar postar mais frequentemente…

Bom eu queria falar de padrões de projeto pois agora eu vejo como são úteis… isso porque eles nos fornecem um vocabulário compartilhado com outros desenvolvedores… Hoje em dia utilizamos os vocabulários compartilhados em muitas outras áreas de nossas vidas, por exemplo num McDonalds, ao invés de pedirmos “Dois hamburgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim” apenas falamos um Big Mac, isso facilita o entendimento do caixa sobre o nosso pedido fazendo com que este seja entregue mais rapidamente. Isso acontece em vários lugares a sua volta. Repare. =)

A idéia de se usar padrões de projetos é facilitar a vida de quem faz e de quem pede… =) mais pra frente vou começar a explicar melhor como isso funciona… Deixo agora vcs pensarem em como utilizam o vocabulário compartilhado no meio da computação.

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